sábado, 10 de dezembro de 2011

Lua de sangue



Em um ímpeto de loucura,
sorrio psicótico.
Quando sinto me domando, a fera que eu pensava estar domada.

Com um ameaçador olhar, felino, te olho agora,
e te desafio.
Vem brincar comigo?

Corro pelo escuro.
Destruindo tudo que se sobrepor ao meu caminho
Quero queimar nas labaredas do mais puro amor.

Enquanto a Lua brilha majestosa no céu
Enquanto ela brilha vermelha cor de sangue.
Junto com as estrelas, astros, planetas e todos dos mais diversos corpos celestes, formando uma verdadeira obra de arte no céu noturno.

Quero pegar para mim, todas as milhares estrelas,
e fazer uma roupa de brilhantes.
Que como os meus olhos, estão brilhando ávidas, profundas e arrebatadoras.

Sinto-me livre como nunca antes
Preliminar temor, seguido pela total liberdade.
Uma irresistível vontade de me provar, irresistível instinto malvado, frio, egoísta e perigoso.

Enquanto a Lua de sangue reina soberana.
Sou completamente eu mesmo.
“Dócil, ainda que agressivo.
Cuidadosamente meticuloso bem educado e gentil, ainda que vorazmente feroz” ...

Apenas eu mesmo, em toda plenitude,

livre!

      JoãoLira
E liberdade é poder...
 E liberdade é responsabilidade, acima de tudo consigo mesmo.

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